Field houses

Buscamos alinhar governo, indústria, comunidades e a sociedade civil ao redor de uma agenda compartilhada para transição rumo a um desenvolvimento rural que transcende a trajetória atual de altas e baixos.

Nossa Estratégia

Ao longo da história da humanidade, fronteiras florestais têm sido lugares indisciplinados e sem leis onde os recursos naturais são esgotados com vistas a ganhos de curto prazo. Muitas vezes, a capacidade das sociedades regionais de gerir de forma sustentável as suas áreas de florestas, chega de forma tardia, quando pouco se resta para gerir.

Contudo, ainda não é tarde demais para muitas das grandes florestas e áreas de pesca tropicais. Ainda há tempo para conduzir a Amazônia, Borneo, e outras florestas importantes para um desenvolvimento sustentável, evitando assim emissões de carbono, mantendo florestas e pesca intactas e aumentando a produção de alimentos, fibras, combustíveis e rações.

Roteiro para Mudança

Theory of Change Diagram
Em um caminho alternativo de desenvolvimento rural de baixas emissões, o desmatamento de florestas em áreas de fronteira poderia ser reduzido e até mesmo revertido, ao passo em que a capacidade de governança, a renda e o emprego, dentre outros indicadores de bem-estar socioeconômico, aumentariam

Nossa estratégia para mudança é baseada na premissa de que o caminho para o desenvolvimento rural de baixas emissões prevalecerá quando discussões amplas e inclusivas de desenvolvimento forem conduzidas em cenários transparentes, confiáveis e repletos de informações sobre as principais opções e suas implicações para as partes interessadas. Atualmente, atores fundamentais para mudar o modelo predominante de desenvolvimento rural: governantes, instituições financeiras, extrativistas e produtores de larga escala, pequenos produtores, povos indígenas, comunidades tradicionais e sociedade civil, tipicamente têm interesses diferentes e conflituosos. Além disso, possuem pouca ou nenhuma tradição de colaboração. Nós buscamos alinhá-los ao redor de uma agenda compartilhada para um modelo alternativo em que:

  • a produção agrícola e pecuária cresçam através da melhoria na produção ao invés da expansão florestas adentro;
  • informações e ferramentas sejam fornecidas a setores socioeconômicos chaves para que eles sigam em harmonia em direção a planos abrangentes de âmbito jurisdicional;
  • organizações da sociedade civil sejam reforçadas para coordenar processos de planejamento participatório jurisdicionais
  • a destruição de ecossistemas nativos, solos e sistemas de água doce seja diminuída, controlada e em seguida revertida