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Aliança Sustentável dos Trópicos

A Aliança Sustentável dos Trópicos (AST) é uma parceria estratégica de organizações independentes, não-governamentais que se baseiam em pesquisa, engajamento de múltiplos atores e conhecimento local para melhorar os meios de subsistência rural através do uso sustentável e de baixas emissões da terra e gestão dos recursos naturais nas principais regiões dos trópicos. Os membros fundadores da Aliança são o Instituto Inovação da Terra (Brasil, Indonésia, Colômbia), a Pronatura-Sur (México), o Instituto del Bien Comun (Peru), o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Brasil), e o Greenbelt Movement (Kenya).

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Cinco pilares principais definem o progresso para o desenvolvimento rural de baixa emissão. Estes cinco pilares podem ser considerados metas universais, enquanto o processo pelo qual uma região pode atingir estes objetivos depende inteiramente do contexto e condições específicos da região.

A Aliança está desenvolvendo abordagens comuns para promover o desenvolvimento rural de baixas emissões (DRBE) que enfatiza soluções localmente informadas, concebidas e integradas (ou que podem se) integrar às políticas e programas nos níveis nacionais e subnacionais. A Aliança serve como uma plataforma para que seus parceiros possam trabalhar juntos em uma escala global, em apoio às políticas, acordos institucionais e mecanismos de mercado que suportem o desenvolvimento rural sustentável e de baixas emissões ao longo dos trópicos. A força desta rede reside na sua capacidade de compartilhar lições aprendidas e desenhar coletivamente estratégias de desenvolvimento rural de baixas emissões que possam servir de modelo para outras regiões.

A Aliança Sustentável dos Trópicos visa suprir a falta de políticas eficazes, de mercados e estruturas institucionais para mudança dos modelos predominantes de desenvolvimento rural, em que a expansão da fronteira agrícola (seja para produção de commodities em larga escala ou de subsistência) impulsiona o desmatamento e a degradação de florestas tropicais, o qual por sua vez, leva à degradação de uma gama de outros serviços do ecossistema, muitos dos quais comunidades locais e regionais dependem para sua subsistência, incluindo fontes de água, peixes e caça, madeira e recursos do solo.

Contrário a isso, a AST apoia um modelo de desenvolvimento rural de baixas emissões (DRBE) que é explicitamente baseado em evidências, participativo e interativo, adaptável, e focado em regiões subnacionais definidas por fronteiras administrativas ou bacias hidrográficas. O modelo de DRBE é baseado na premissa de que as relações entre os atores e a base de recursos são fundamentais para a mudança do modelo de desenvolvimento rural atual de altas emissões. Esses atores incluem governos, instituições financeiras, grandes produtores e extratores, pequenos produtores, povos indígenas e comunidades tradicionais e da sociedade civil.